Elasticidade do ambiente em nuvem: dê adeus à infraestrutura engessada

Postado em 13 mar 2018

Tags: 2Cloud, ambiente em nuvem, como gastar melhor TI

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As empresas, públicas ou privadas, trabalham sempre com orçamentos enxutos e com planejamento de médio e longo prazo. Esteja você no governo ou na iniciativa privada, a verba para a área de TI é sempre “disputada” e controlada.

A consequência disso é que as organizações estão acostumadas a trabalhar com uma infraestrutura engessada, mas isso não precisa ser assim. O ambiente em nuvem oferece as melhores condições para uma organização crescer ou diminuir de tamanho quando necessário. Ou seja, os serviços em nuvem como os oferecidos pela 2CLOUD ajudam a sua empresa em qualquer situação.

O que caracteriza uma infraestrutura de TI engessada

Independentemente de você gerenciar a área de TI em uma empresa ou na administração pública, está acostumado(a) a trabalhar com orçamentos limitados e com um grande período de negociação para conseguir montar a infraestrutura ideal que comporte as projeções de crescimento e de aumento da demanda para os anos seguintes.

O problema é que a área de TI é dinâmica e não pode ser engessada – o que costuma acontecer sem o apoio do ambiente em nuvem. Não são poucos os casos de empresas que compram três, quatro ou até cinco servidores em dezembro porque o gestor de TI tem aquela verba “sobrando” e, se ele não investir em equipamentos, vai “perder” aqueles recursos no ano seguinte.

Como essa situação é bastante comum, também é frequente que as empresas e administrações públicas tenham uma infraestrutura que nunca seja usada em sua totalidade. Dessa forma, existe um investimento grande para montar uma infraestrutura que, depois, não será totalmente utilizada e que engessará a organização para crescer ou para diminuir de tamanho, se for necessário.

Vamos usar um exemplo de uma área que não a de TI para demonstrar como isso acontece. Imagine uma empresa que trabalhe com a produção e armazenamento de arroz. Ela faz um grande investimento para comprar 40 silos novos, prevendo um aumento da safra ou mesmo o crescimento da companhia para o ano seguinte.

Mas nem sempre o que é projetado, de fato, acontece. Então no ano em que aqueles silos todos deveriam ser usados, a safra acaba sendo menor ou a empresa não cresceu tudo que desejava porque o consumo per capita também não teve o desempenho estimado. O resultado é que após fazer um grande investimento na compra de silos novos para o armazenamento de arroz branco, essa empresa acabou usando apenas 20 dos 40 silos.

Alguns anos depois, aumenta o consumo de arroz integral entre a população, mas a empresa não consegue destinar parte da infraestrutura “ociosa” para a armazenagem desses grãos porque a tecnologia dos silos adquiridos é específica para o arroz branco.

Esse é um exemplo de infraestrutura engessada. E que é totalmente aplicável para os servidores, data centers e demais equipamentos que compõem uma infraestrutura de TI. Como acontece com a produtora e beneficiadora de arroz, que não consegue utilizar totalmente a infraestrutura de silos e ainda, após alguns anos, tem que investir em novos silos para a armazenagem de arroz integral, uma organização que investe em infraestrutura de TI interna também amarga prejuízo por ter uma infraestrutura maior que o necessário e/ou equipamentos que já estão com tecnologia defasada.

Os problemas de trabalhar com uma infraestrutura engessada

Quando uma empresa ou uma organização, como um hospital, trabalha com uma infraestrutura engessada, ela não consegue crescer com facilidade. Afinal, esse crescimento precisa ser suportado pela área de TI e para aumentar a infraestrutura será preciso ter recursos para isso.

Como comentamos no exemplo dos silos de arroz, depois de conseguir os recursos necessários, com muita frequência as empresas e governos acabam verificando na prática que parte considerável da infraestrutura nova não é utilizada no dia a dia. Assim, você tem alguns milhares ou milhões de reais em desuso e tornando-se obsoletos a cada dia – afinal, cotidianamente a tecnologia avança.

A infraestrutura engessada da área de TI demonstra como o desperdício acontece também pelo excesso de investimentos nessa área. Infraestruturas que não são utilizadas nessa área acabam sendo um desperdício duplo, porque a tecnologia tem um prazo de validade. A infraestrutura de TI passa por desgaste, deteriora-se, fica desatualizada e precisa de manutenção constante.

Imagine que você registre tudo isso em uma parte da infraestrutura que não precisa e, possivelmente, nunca precisou. Outro problema dessa infraestrutura engessada é que ela torna mais difícil para a empresa conseguir crescer quando necessário – inclusive pela razão que citamos acima, de o planejamento orçamentário ser feito, normalmente, para o ano.

Ou seja, nessa fase em que a economia voltou a crescer no país, se uma empresa precisa fazer um investimento no meio do ano para dar conta do crescimento dos negócios, ela não vai conseguir fazer isso. Ou, na melhor das hipóteses, terá que tirar recursos de outros investimentos para dar conta desse aporte na infraestrutura de TI.

Agora, imagine uma rede de restaurantes que nasceu em São Paulo, está presente em diversas cidades do interior paulista e resolve investir no estado de Goiás. No primeiro ano, os resultados dessa expansão são favoráveis, mas no segundo ano os números já não correspondem ao que foi projetado.

Para dar conta dessa expansão, a marca investiu na ampliação também da infraestrutura de TI. Então, após dois anos de resultados abaixo do esperado, essa rede de restaurantes decide sair de Goiás. Boa parte do investimento que a empresa fez na infraestrutura de TI engessada será jogado fora por causa desse recuo.

Esse é um exemplo prático de como uma infraestrutura engessada prejudica uma empresa quando ela está projetando seu crescimento e esse resultado não aparece como desejado, demandando uma revisão de seu planejamento. Dessa forma, infraestruturas engessadas prejudicam uma empresa tanto na fase boa – pelo desperdício – quanto na fase de dificuldades.

Como o ambiente em nuvem ajuda a acabar com as infraestruturas engessadas

Quando uma empresa trabalha com a infraestrutura no ambiente em nuvem, ela sabe que não tem apenas a possibilidade de ampliar ou reduzir o processamento conforme for necessário. A companhia tem também a tranquilidade de saber que atuará sempre com a tecnologia mais atualizada, mais moderna, sem ter que fazer investimentos próprios e adicionais para isso.

Suponha que a sua empresa trabalhe com o banco de dados do fabricante X. Depois de algum tempo, você resolveu mudar o banco de dados e optou por investir no fabricante Y, que apresenta uma tecnologia mais moderna. Mas existe um empecilho para essa mudança: o software de backup que a sua empresa comprou só comporta o banco de dados do fabricante X.

A elasticidade do ambiente em nuvem permite essa compatibilidade. Se a sua empresa quiser mudar a tecnologia – do banco de dados ou de qualquer outro aspecto envolvendo a área tecnológica –, a infraestrutura do serviço em nuvem permitirá isso.

Outro ponto positivo do ambiente em nuvem é que ele contempla a elasticidade de processamento da sua empresa tanto na fase de crescimento quanto na fase de revisão de expectativas. A equipe de especialistas da 2CLOUD, empresa especializada na nuvem premium, por exemplo, conhece a fundo as particularidades de cada segmento e de cada porte de empresa.

A 2CLOUD está preparada para oferecer, de maneira proativa, mais processamento nos momentos em que a sua organização precisa disso. Uma rede de restaurantes que tenha horário “de pico” no atendimento entre 18h e 22h, um comércio que precise processar mais pedidos por minuto na Black Friday ou uma empresa de contabilidade que precise processar os dados dos clientes do Simples Nacional no dia 20 de cada mês terão a garantia de maior processamento nesses momentos.

Dessa forma, a sua empresa terá segurança para prestar os serviços e produzir sem o risco de parar por falhas na infraestrutura de TI. O ambiente em nuvem traz tranquilidade para as empresas avançarem, bem como prevê a sazonalidade de cada negócio.

Os especialistas da 2CLOUD, que monitoram o atendimento de cada cliente, também projetam as necessidades de cada negócio para médio e longo prazo. Assim, fica mais fácil para uma empresa ter a previsibilidade dos investimentos adicionais que deverão ser feitos no ambiente em nuvem por causa do seu desempenho crescente.

Nenhuma companhia precisará mais ter medo de crescer ou ser surpreendida por uma necessidade maior de infraestrutura. A equipe qualificada da 2CLOUD ajuda cada cliente a identificar os seus picos de necessidades, ou seja, a sazonalidade do negócio, além de garantir que essas necessidades sejam atendidas com excelência.

Para o CEO de uma empresa, o ambiente em nuvem significa não jogar recursos fora, seja por deixar de investir em uma infraestrutura que terá parte de sua estrutura ociosa, seja por economizar investimentos constantes na troca ou renovação da tecnologia – algo que é oferecido naturalmente pela 2CLOUD, por exemplo.

Contratando um dos serviços da 2CLOUD desenvolvidos para o ambiente em nuvem, você terá a segurança de que está investindo os seus recursos em uma infraestrutura que apresentará uma utilização exata, sem sobras e sem faltas. Em outras palavras, com a nuvem premium a sua empresa estará valorizando cada centavo investido na infraestrutura de TI.

 

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