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As diferenças e semelhanças entre um servidor virtual e a replicação de dados

Postado em 19 jun 2018

Tags: 2Cloud, cloud computing, gestão de dados

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Se os funcionários são o maior ativo de uma empresa, a informação não fica atrás. A gestão das informações de uma organização é tão importante quanto a sua gestão de talentos. Não por acaso, uma das maiores preocupações dos empresários e dos gestores de TI hoje é de como fazer a proteção de dados da melhor forma possível e com o mínimo de custo adicional. Os serviços em nuvem, nesse sentido, têm sido grandes aliados nessa tarefa graças à capacidade deles de otimizar recursos cobrando apenas pelo que for utilizado.

Mas você sabe qual melhor modelo atende às necessidades da sua organização? Uma das alternativas em crescimento no mercado é a do servidor virtual, em que todas as informações da companhia são movidas para a nuvem. Um porém dessa solução é que muitas empresas ainda não se sentem maduras o suficiente para migrar totalmente para um ambiente em cloud. A negociação com a diretoria costuma ser difícil e nem sempre a equipe de TI consegue o sinal verde para implementar esse recurso. Nesse caso, a replicação de dados pode ser uma opção interessante e que dará a largada da sua companhia para aproveitar os benefícios de um serviço em nuvem. Confira neste post quais são as semelhanças e as diferenças entre esses dois serviços.

Quando adotar o servidor virtual em nuvem e quando optar pela replicação de dados

Garantir que as informações da sua empresa não sejam perdidas no caso de uma invasão de um hacker ou pelo erro na utilização da rede por parte de algum funcionário é um desafio constante para os profissionais de TI da sua companhia. Para evitar esse tipo de problema, há organizações que já investiram e outras que estão estudando investir no serviço de servidor virtual em nuvem.

Ao adotar essa solução de cloud computing, o data center da sua empresa passa a funcionar remotamente e todas as informações processadas nos seus sistemas são processadas e armazenadas na nuvem. Essa é uma alternativa que possibilita mais flexibilidade, economia de recursos e otimização do trabalho das equipes de TI da empresa.

Mas nem sempre as empresas sentem-se à vontade para ter os dados de produção fora do ambiente delas, por questões de custo, por não terem chegado à maturidade tecnológica ou por acharem que esse é um processo muito trabalhoso.

De fato, segundo um estudo da IDC divulgado em uma reportagem da Computerworld, mesmo com o avanço da adoção de cloud computing, a maioria das empresas ainda prefere a utilização de servidores on-premise. Segundo a consultoria, cerca de 70% a 80% das companhias preferem instalar localmente os seus sistemas.

Para as empresas que querem garantir a segurança das suas informações, mas sem abdicar de ter seu banco de dados dentro de casa, a replicação de dados é a alternativa mais recomendada. Com o contingenciamento na nuvem feito por essa solução, nenhuma informação será perdida porque a replicação do ambiente do dispositivo corporativo é feita de minuto em minuto.

A solução “non stop” permite que a sua organização esteja totalmente segura contra falhas humanas ou desastres envolvendo a infraestrutura de TI interna da sua companhia. Além disso, com a replicação de dados, a sua organização poderá restaurar de forma imediata o seu ambiente de negócios, voltando a operar logo após o problema que “derrubou” os seus sistemas ter sido identificado e resolvido.

Ou seja, não há praticamente intervalo no tempo em que essas informações são salvas em outro lugar (RPO) e que podem ser disponibilizadas para o “resgate” quando necessário (RTO). Por ter essas características, esse é um serviço altamente recomendado para seguradoras e bancos, que lidam com informações estratégicas e muitas vezes sigilosas.

Com o plano de contingência em nuvem, outros tipos de organizações também garantem a segurança do negócio ao mesmo tempo que continuam sendo “donas” dos seus dados.

E o melhor de tudo é que, se depois de algum tempo os gestores da companhia entenderem que a organização está pronta para migrar totalmente para a nuvem, basta apertar um botão e o que era apenas contingência vira automaticamente produção – ou seja, rapidamente você pode migrar da replicação de dados para a solução do servidor virtual. Afinal, as informações já estão todas lá.

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